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Grécia – Antiquidade é posto!

Incrível, é assim que posso começar por descrever.

Nos (poucos) 3 dias que estive por lá, e tendo só estado em Atenas, vi bastante dos monumentos: o Paternon, toda a Acrópole aliás, as Ágoras, fui no Estádio Olímpico, vi museu, enfim, fiz um pouco de tudo. Não vou me expandir no que cada um desses lugares é ou representa, muito facilmente vocês acham essas informações e pra quem não tem tanta facilidade, tem um linkizinho (aqui) pra saber um pouco mais sobre a Grécia.

Fiquei num hotel perto de Omonia square – o hotel era ok, mas não recomendo à área. Aparentemente fiquei bem no meio de drogas e prostitutas. Ainda bem que foi tudo certinho, não aconteceu nada. Mas como conselho, vão para lugares mais perto do templo de Zeus por exemplo, bem bonitinho e limpo lá, não me lembro do nome do lugar agora.

Como o metro está disponível na cidade inteira, não precisam se preocupar com transporte, é fácil, rápido e bem mais barato do que táxi. Apenas a rota da cidade pra o aeroporto que é mais comprida, uns 40 minutos ou mais, tudo o resto está num raio de 10 minutos. Andar a pé também é fácil e a cidade em geral tá bem sinalizada.

Em Atenas, para além dos monumentos que por si só já são maravilhosos, tem também o monte Lykavittou. É o mais alto de Atenas, tem um restaurante magnífico chamado Orizontes onde se pode jantar. O lugar é lindo, bem lá no alto  – pode subir encarando a escadaria ou indo de teleférico. De lá se vê Atenas inteira, iluminada. Recomendo vivamente.

Fui também num cruzeiro de 1 dia, visitei 3 ilhas: Hydra, Poros e Egina.

Hydra, que maravilha! É lá que vou me refugiar no dia em que encher o saco da vida civilizada e cheia de coisa. Não tem carro, as pessoas se movimentam a pé ou de burrinho, isso mesmo, a cidade tem burro-táxi. Entrar e sair da ilha, barco claro! Que paz! Sem fumo, sem barulho de motor, todas as casas branquinhas, parecendo verdadeiras casas de boneca. O povo tranquilo, calmo, sem pressa de nada. A água de um azul transparente com os peixinhos rodopiando em volta das correntes dos barcos, tudo perfeito. Foi a primeira, a minha favorita, e por mim não teria saído de lá.

Poros não achei interessante, não tem nada de diferente, é uma ilha que parece ter tudo, a única graça é que é grega e tem outra ilha em frente… Enfim, não me encantou!

Egina me pareceu ser a maior das três, tem carros, tudo normal. A vida parece bem agitada, como numa cidade normal, não vi grande diferença. O produto típico da ilha é o pistache (que eu por sinal gosto bastante), tem de tudo: tarte, bolo, bombom, sei lá. Obrigatório ver: o Templo de Afaia e a Catedral/Igreja/Mosteiro. 

O templo é bastante similar ao Paternon em termos de estrutura mas bem mais antigo e mais bem conservado. Data do final do século 6, início do século 5 A.C, tem mais de 2000 anos! É enorme e impressiona pela antiquidade. O outro must see da ilha, são na realidade 3 coisas: a Igreja antiga, que fica na parte de cima, perto do Mosteiro e tem uma escadaria que vai descendo até o local onde construíram a nova Catedral. 

Vamos começar de cima pra baixo: a Igreja e o Mosteiro são no mínimo diferentes do que estamos acostumados. Um lugar pequeno e muito bem cuidado, homens separados de mulheres, freiras em silêncio total, cânticos Ortodoxos tocando. Segue-se a escadaria que tenho que mencionar por estar envolta em flores lindas, um jardim bem cuidado, e como tudo isso é no cimo de um monte, a vista é fantástica, acompanha direitinho o cheiro de verde, de fresco. A Catedral, guarda o santuário onde se pode ver o caixão de prata que guarda o braço de um Santo que, pecado meu, esqueci o nome. Bastante maior que a antiga e ainda não totalmente terminada, é sem dúvida digna de uma visita.

Finalmente, o povo, os gregos. São um povo bastante simpático, gostam muito de dançar, de vinho e são bem escandalosos, falam muito com as mãos. Tem uma aparência bem caraterística, bem demarcada. Ah, a comida! Cozinham muitooooo bem. O pão, peixinho, churrasco, tudo uma delícia.

Queria ter tido tempo para conhecer melhor, tanto a cidade e arredores, aliás, o país inteiro se possível, mas acima de tudo gostaria de conhecer locais, poder conviver com uma família, ver o dia-a-dia, sentar na mesa pra jantar com eles. Eu também falo com as mãos, amo dançar e embora não goste de vinho, adoro molhar o bico! Acho que ia me dar bem por lá. Quem sabe um dia, em Hydra…

Algumas fotos pra verem do que é que tou falando!

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