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Você sabe o que é um Doppelgänger?

O nome doppelgänger se originou das palavras alemãs doppel (significa duplo, réplica ou duplicata) e gänger (andante, ambulante ou aquele que vaga). Segundo a lenda, é um ser que tem o dom de representar uma cópia idêntica de uma pessoa que ele escolhe ou que passa a acompanhar.

Quando só o dono do doppelgänger o pode ver, diz-se que  é um sinal de morte iminente – teoricamente a pessoa vê a própria alma partindo para o plano astral. Em certos casos, outras pessoas próximas também conseguem ver o “sósia”, sendo considerado um anúncio de má sorte. Diz-se que cães e gatos podem ver os doppelgänger dos seres humanos, embora não seja comprovado.

Vários casos foram descritos ao longo dos anos mas um dos mais famosos e curiosos é o relatado pelo escritor americano Robert Dale Owen. Julie von Güldenstubbe, a segunda filha do Barão von Güldenstubbe descreveu como, em 1845 – quando tinha apenas 13 anos – viu o Doppelgänger da sua professora, Emilie Sagée.

Emilie era francesa, tinha 32 anos e lecionava numa escola só para meninas chamada Pensionat von Neuwelcke, na atual Letónia. Segundo os relatos de Julie, a professora tinha um duplo que aparecia e desaparecia, visível para todos os alunos. Ela conta que, certo dia, 13 crianças estavam na sala de aula quando apareceu uma imagem imitando todos os movimentos de Emilie escrevendo no quadro, apenas um detalhe era diferente: não usava giz. Outro incidente occorreu durante o jantar, em que viram Sagée jantando na sala comum, com todos os movimentos comuns de quem está comendo mas mais uma vez, com as mãos vazias, sem garfo nem faca.

Nem sempre o doppelgänger imitava seus movimentos, ocasionalmente ele era visto em uma parte da escola quando se sabia que a professora estava em outro local, como o presenciado num dia de verão em 1846. Todas as 42 alunas da escola estavam reunidas numa sala para a aula de costura, quando a imagem de Emilie apareceu numa cadeira, dentro da sala, sendo que a verdadeira Emilie estava no jardim colhendo flores, bem visível para todos pela janela.

Sagée afirmou nunca ter visto o seu sósia e devido aos muitos relatos e ao imenso burburinho que causava, acabou por ser demitida da escola.

Alguns outros casos famosos que foram documentados:

Guy de Maupassant – novelista Francês que afirmou ter sido assombrado por seu doppelgänger perto da sua morte, em 1893. Ele descreveu que em certa ocasião, o seu duplo entrou no quarto, se sentou na cadeira oposta à dele e narrou o que Maupassant estava escrevendo. Guy escreveu sobre esta experiência na sua obra “Lui”.

 

John Donne – poeta do século 16 que foi visitado pela imagem de sua esposa segurando um bêbê. No mesmo momento, a sua mulher estava em trabalho de parto mas o bêbê nasceu morto.

 

 

Percy Bysshe Shelley – poeta Inglês, encontrou seu doppelgänger na Itália. Segundo seu relato, o “fantasma” apontava silenciosamente para o mar. Não muito tempo depois, perto do seu 30º aniversário em 1822, ele faleceu num acidente de barco, afogado no mar.

 

 

#medo

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