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Paz no Mundo, será possível?

Vi há algumas semanas um artigo na BBC com este mesmo título que me intrigou. Decidi procurá-lo novamente para postar sobre este assunto, explicarei porquê.

Atualmente moro em Recife que tem um dos maiores (senão o maior) Carnavais de rua do mundo. Estive em Olinda, no Recife Antigo, em Boa Viagem, em Candeias, em prévias, saídas de blocos, shows e estou agradavelmente surpresa com uma coisa… a tranquilidade deste Carnaval. Não sei números oficiais mas pelo histórico de Carnavais passados e pela estatística, eu deveria ter presenciado alguma confusão. Pensei que estava apenas com sorte, porém após alguma “pesquisa” entre amigos, todos me confirmaram a mesma coisa – parece mais tranquilo.

Foi essa linha de pensamento vinda de um motivo tão simplório que me fez relembrar e pensar na entrevista que vi. Será que o mundo caminha para a Paz? Será mesmo que podemos esperar que não hajam mais guerras, mais conflitos, mais assassinatos? Será que o ser Humano está ficando mais pacífico?

O Psicologista e Cientista Cognitivo Steven Pinker (Universidade de Harvard) acha que sim. Ele acredita que é perfeitamente concebível que as guerras entre países sigam o caminho do extermínio.

Apesar de saber que ainda existe muita violência no mundo, e mais formas de matar, há cada vez menos guerras entre países desde 1945. Não só em guerras, as taxas de homicídios são mais baixas do que por exemplo na Idade Média ou outros períodos passados. A violência no mundo em geral, e proporcionalmente à população, tem vindo a baixar. O presente é mais pacífico do que o passado e se a tendência continuar, o futuro será mais pacífico do que o presente.

Até em temas “menores”, assuntos que há relativamente pouco tempo eram ignorados – como a violência doméstica – não são mais aceites nem vistos como “normais”.

Steven afirma que temos partes no cérebro que nos impulsionam a ser violentos, como sentir desejo de vigança, tribalismo e a procura por dominância (pessoal ou de grupos, por exemplo, grupos religiosos). Porém outras partes inibem este instinto violento como por exemplo a razão ou o sentimento de empatia e nos permitem ver a violência como um problema a resolver em vez de como um concurso a ser ganho.

Aqui um link para um site interessante, uma base de dados que guarda os números de mortes por vários motivos (desde violentas, cancêrs, partos, etc) por taxa e por país, para os mais curiosos.

Para os que não querem abrir o link –  o Brasil está no número 19 dos mais violentos, Portugal no 143 e Enirados Árabes em 186 (total 192 países). Aqui está um ranking em que todos deveriam querer ficar no último lugar!

 

 

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