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A vida muda, ainda bem

Não é a primeira vez que falo de mudanças mas antes, falei de mudanças de local, hoje, vou falar de mudanças em geral. Porquê mudar? E mudar em quê, o quê?

O que eu mais aprecio quando mudo de lugar, por exemplo, é a chance de mudar como pessoa. Quando vamos para um local novo, conhecemos novas pessoas, habitamos um novo ambiente, temos uma nova chance, de fazer mais e fazer melhor.

É como se com a mudança de local e as roupas mais gastas que deixamos para trás para não levar bagagem extra, ou junto com a mobília que vendemos, deixamos ou podemos deixar um pedaço de nós, que está mais gasta ou não nos agrada o suficiente para levarmos connosco.

Temos a chance de nos reinventar, criar um personagem diferente. Não um personagem de novela, não inventar outra personalidade, mas temos a possibilidade de nos mostrar a um grupo de pessoas novo de uma forma diferente, não nos conhecem, não temos rótulos. Não conhecem o nosso passado, não sabem nada da nossa vida e você pode se apresentar da forma que quiser e criar uma nova imagem de você mesmo.

Quando mudo de país, por exemplo, aproveito a oportunidade para tentar melhorar. Coisas às vezes até simples como por exemplo, falar mais baixo. Eu falava alto e me incomodava até a mim. Hoje falo baixinho? Não, nem tanto, mas na maioria das vezes falo com um tom normal e tento me aperceber do meu tom, apenas aumento o volume quando estou muito entusiasmada, muito irritada ou quando estou bêbada (acontece). Ao me aperceber dos meus erros, defeitos e falhas, tenho mais e melhores chances de as corrigir. Mesmo que não consiga corrigir tudo (ou até mesmo nada) a cem por cento, estou ciente do que sou e isso me dá a chance de melhorar o que sou, não pelos outros, mas porque eu detesto quando escuto pessoas falarem alto demais.

Li um artigo que diz que a felicidade tem a ver com a nossa honra, com a honestidade que temos para connosco e com os outros, com o manter a palavra, nos importarmos com os outros e largarmos mão do que não conseguimos controlar. É melhor ser feliz do que ser triste, quem não concorda? O que é que isso tem a ver com as mudanças? Tudo! Porque não aproveita o dia de hoje e muda de estado de espírito?

O que parece difícil às vezes é mais fácil quando feito. O que te deixaria feliz? O que você precisa mudar na sua vida, em você mesmo para ser feliz? E porquê não o faz então?

Se vai se arrepender ou não – eu te respondo – não vai. Nunca vai. Daqui a vinte anos você vai apenas se arrepender do que não fez, do que não tentou. O que tentou e “falhou”, seja por culpa sua ou dos outros, você vai ver como lições que te fizeram crescer, trouxeram aprendizado e te tornaram mais forte, que te mudaram e te fizeram se conhecer um pouco mais e te tornaram um pouco melhor.

80% das pessoas trabalham com coisas que não gostam no mundo, não achei uma percentagem para as que estão em relacionamentos infelizes, moram em lugares que não gostam ou outras coisas “menores” que não mudam por puro medo de mudança.

Porquê não arriscar? O mundo é pequeno, se chega em qualquer canto facilmente hoje em dia. Existem mais de 7 biliões de pessoas no mundo, muitas delas especiais, como você. Trabalho bom é aquele que te faz ir para casa sorrindo e se sentindo útil, mesmo depois de ter passado 15 horas trabalhando. Porquê não mudar? Se a mudança é necessária em sua vida, mude. Tenha medo, todos temos medo, mas mude com medo mesmo.

O hábito só deve ser mantido para o que nos faz bem. Se habituar a amar e ser amada por uma pessoa que te merece é maravilhoso, se acostumar a ser pontual e a cumprir suas metas num trabalho que te realiza é perfeito, querer ver todo o dia o mar ou aquela montanha ou quem sabe a neve que você tanto ama na sua cidade é fantástico e recomenda-se.

Em pesquisa, li mais dois artigos que dizem que as pessoas mais velhas são mais felizes e que os arrependimentos que as pessoas mais têm antes de morrer são de não ter dito que amam o suficiente, de não ter tentado mais e de terem gasto muito tempo trabalhando em empregos insatisfatórios em vez de com a família.

A felicidade não nasce connosco. Só algumas poucas pessoas têm esse privilégio, de nascer felizes. A felicidade se aprende e é feita de lições, de tentativa e erro, de mudanças até chegarmos ao acerto. Cometa muitos erros, alguns acertos e no meio das atribulações vá trilhando o seu caminho. Sem medo! Com uma pequena mudança vêm várias novas oportunidades.

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