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Arquivo do mês: setembro 2014

Um animal de estimação contra a depressão

Ainda não foi prescrito pelos médicos (talvez por alguns) mas eu tenho a certeza que pessoas que tem animais de estimação bem cuidados são mais felizes.

Cuidar de um animal de estimação, dar comida, brincar com ele, ter a responsabilidade de ter um ser vivo aos seus cuidados e ver ele crescer forte, saudável e feliz, é muito gratificante.

O amor que os animais passam é absolutamente incondicional. Pode estar se sentindo gorda(o), feia(o), incompetente, inútil, ate mal-caratér mas assim que chegar em casa terá o que mais importa na vida – amor. E saberá que pode ser que todos os pontos acima sejam verdade mas você continua sendo amado.

Se eu pudesse dar dois conselhos para as pessoas que estão deprimidas, eles seriam:

1 – Procure ajuda falando com algum amigo, família, ou ate uma linha anónima, tem várias criadas especialmente para isso. Sempre tem alguém passando pela mesma situação difícil, sofrendo da mesma forma que forma, ou parecida. Somos 7 biliões no mundo, você nunca está sozinho, está no máximo, no lugar errado. Tudo vai dar certo, sempre dá.

2 – Arrume um animal de estimação e cuide dele com todo o amor que tiver, o melhor que puder. O que receberá será mil vezes mais gratificante.

Para todos os que não estão deprimidos mas tem amor de sobra para dar e querem alegria extra nas suas vidas, um amigão de estimação é altamente recomendado também. Mas não se esqueça, eles não são brinquedos, não são descartáveis. Eles sentem, choram, sofrem como eu e você, então se o que tem a dar não é o melhor de si, não de nada, deixe que outra pessoa os adote.

Mais um conselho – antes de comprar um gato/cachorro ou algum outro animal numa loja, visite um canil/gatil. Você poupa dindin, o seu novo amigo ficará eternamente grato, a sua cidade também pois os canis estão lotados e o Universo sempre retribui, não se esqueça disso 🙂 é só benefício.

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Essa música me faz viajar


A incrível liberdade de ser chata

Eu sou tão Chata que tem que ser escrito com letra maiúscula porque a letrinha pequena não reflete a realidade. Talvez deva escrever tudo em letra maiúscula – CHATA.

Sou cri-cri com comida – tenho nojo que coloquem a mão na minha comida, não bebo do copo/garrafa/canudo de ninguém, de forma alguma provo comida dos outro no mesmo garfo – colher então nem em sonho!! Não mordo sanduiche de ninguém num canto previamente babado. Tenho, em geral, nojo das pessoas em relação a comida. Mãe, pai, namorado, não importa, na minha comida/bebida ou talheres só eu meto a boca.

Mais chata ainda com coisas humanas – não entendo qual o motivo de literalmente conversar sobre merda com seus amigos, namorado, família, seja quem for? Não seria uma coisa privada? Tá com dor de barriga e o que é que eu tenho a ver com isso? Acha legal que a pessoa na sua frente te imagine se desfazendo em côcô?? Sério??! Visão bonita né? E as outras coisas também – deixe seu catarro e suas outras excreções longe de mim, também não preciso saber nada sobre elas.

A chatice aumenta porque sou desconfiada. Embora seja bastante sociável, não é fácil chegar no meu circulo de amizade e intimidade. Fico logo de pé atrás com as amizades “forçadas”. Sabe aquela pessoa que já começa a frase com “amiga, bla bla bla”. Se você precisa me relembrar que é minha amiga a cada frase, provavelmente não é tão minha amiga assim. Com meus amigos eu não preciso falar docinho nem usar diminutivos, com meus amigos eu falo o que quero sem medir palavras, eu racho a conta sem frescura de quem comeu o que e sei que no dia em que eu tiver lisa alguém vai encher meu copo. Ajudo por instinto e sou ajudada sem ter que pedir nada e sem cobranças. Meus amigos não precisam dizer nem fazer nada, nada mesmo. Com os outros, os conhecidos, sou sociável mas mantenho uma certa distância, a amizade se trata de confiança.

O pior (ou melhor) nisso tudo? Eu absolutamente amo a liberdade de poder ser como sou, de dizer o que eu quero, fazer o que eu quero e de não me incomodar com absolutamente nada do que os outros pensam ou acham.

Quanto mais o tempo passa mais eu gosto de não ter que agradar ninguém, conviver apenas com quem gosto e com quem me faz bem. Quanto mais o tempo passa mais eu tenho certeza que sou do jeito que quero ser, olho em volta e vejo que ser desse jeito me envolveu em amizades verdadeiras e que mesmo com todas as minhas chatices, todo mundo que importa está do meu lado.