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Qual a idade de um héroi?

O mundo está precisando de inspiração! Todos os dias abro o jornal e… minha nossa! Não estamos nos saindo bem com nosso ambiente, nosso planeta, com os animais, com outros humanos, com nada. Estamos desesperadamente precisando de mais “humanidade” e menos futilidade.

Decidi procurar inspiração, humanos que fizeram a diferença na vida dos outros, pela positiva. Pessoas que deveriam ser famosas e nossas referências de celebridade, em vez de gente com parafina no cabelo, silicone nos lábios e merda na cabeça.

Me deparei com uma história interessante, de um menino que cresceu em sofrimento mas em vez de se vitimar como a maioria faz, teve a coragem de enfrentar o que tinha que enfrentar. Morreu com apenas 12 anos e provavelmente fez mais por essa tal de humanidade do que eu, você e muitos milhares de outras pessoas juntas.

CaptureIqbal Masih nasceu no Paquistão em 1983. A sua família era bastante pobre e quando tinha apenas 5 anos foi entregue a um comerciante local, dono de uma fábrica de tapetes, como “pagamento” por uma dívida de sua mãe.

O acordo era que o menino trabalharia e o seu salário de seria inteiramente para abater a dívida mas, o empregador sempre alegava juros pelo atraso de pagamento, custos de “aprendizado” do menino, e a dívida nunca diminuiu, pelo contrário.

Iqbal trabalhava 14 horas por dia, 7 dias por semana, com 30 minutos de intervalo. Apanhava frequentemente, sofria abuso verbal e trabalhava amarrado na sua cadeira com correntes.

Devido às intensas condições de trabalho e má alimentação, tinha apenas 1,21 cm e pesava 27.2 Kg.

Aos 9 anos, Iqbal ouviu dizer que a escravidão foi declarada ilegal no Paquistão e junto com um grupo de amigos, elaborou um plano de fuga. Livre, correu para uma esquadra de polícia para prestar queixa. Infelizmente, a corrupção não é exclusiva do Brasil e a polícia  devolveu os meninos ao comerciante em troca de dinheiro. Foram castigados sendo mantidos amarrados de cabeça para baixo por alguns dias.

Isso não o fez desistir. Conseguiu fugir novamente um ano depois e se filiou à Comissão de Liberação de Trabalho Escravo do Paquistão, onde aprendeu todos os seus direitos.

Cheio de energia e com muita paixão pela causa, se voluntariou para ser orador da Comissão. Fazia discursos empolgados, contando sua histórias, seus sofrimentos, e elucidando sobre regras, direitos, deveres e ilegalidades trabalhistas.

Era tão emotivo nos seus discursos que virou um símbolo mundial da luta contra a escravidão e o trabalho infantil, e viajou o mundo levando sua palavra e seu pedido de ajuda.

Mas não ficou pela teoria. Além de seus discursos, Iqbal se infiltrava nas fábricas, e elucidava os “colegas” sobre seus direitos, incentivava os trabalhadores escravos, na sua maioria crianças, a fugirem, a se liberarem, a prestar queixa. É estimado que tenha ajudado cerca de 3,000 crianças, provavelmente muitas mais por via indireta.

Em paralelo, estudava a um ritmo acelerado – completou o equivalente a 4 anos de estudos em apenas 2. Queria ser advogado.

Claro que tanta determinação trouxe muitos inimigos. Iqbal foi ameaçado várias vezes e no dia 16 de Abril de 1995, pouco depois de retornar de uma viagem aos Estados Unidos, enquanto voltava da escola de bicicleta com os amigos, foi assassinado com um tiro nas costas. Centenas de pessoas foram ao seu funeral.

Ele recebeu o Prémio Honorário Crianças do Mundo em 2000, post-mortem, e inspirou a criação de várias organizações, como a Free The Children e a Iqbal Masih Shaheed Children Foundation. Existem livros publicados contando sua história e o Congresso dos Estados Unidos até criou o Prémio Iqbal Masih Para a Eliminação do Trabalho Infantil.

No Brasil, estima-se que 81 mil crianças na faixa etária entre 5 e 9 anos de idade, 473 mil entre 10 e 13 anos e cerca de 3 milhões entre os 14 e 17 anos sejam forçadas a trabalhar.

Como dizia Iqbal “Crianças devem segurar lápis, não ferramentas de trabalho”.

Se inspire. Faça a diferença. Não compre itens que sabe que provêm de trabalho infantil, denuncie se souber que está acontecendo perto de você e se puder até, espalhe a palavra, contribua com seu tempo, seu dinheiro, ou apenas não sendo cego.


Política de senso comum

Política, do Grego politikos, significa “de, para, ou relacionado a grupos que integram a Pólis”. Pólis, por sua vez, significa cidade-Estado, comunidade, coletividade, sociedade. Denomina-se então a arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados.

Na política, os termos  “esquerda” e “direita” apareceram durante a Revolução Francesa de 1789 e o Império de Napoleão Bonaparte, quando os membros da Assembleia Nacional se dividiam em partidários do rei que ficaram sentados nas cadeiras à direita do presidente e simpatizantes da revolução na sua esquerda.

A partir do início do século XX, os termos Esquerda e Direita passaram a ser associados a ideologias políticas específicas e foram usados para descrever crenças políticas dos cidadãos, substituindo gradualmente os termos “vermelhos” e “reação” ou “republicanos” e “conservadores”. Em 1914, a metade esquerda da legislatura foi composta por socialistas unificados, republicanos socialistas e radicais socialistas, enquanto os partidos que foram chamados de “esquerda” agora se sentam do lado direito.

Havia assimetria na utilização dos termos direita e esquerda pelos lados opostos. A Direita negou que o espectro Esquerda-Direita fosse significativo porque o viam como artificial e prejudicial à unidade. A Esquerda, no entanto, buscando mudar a sociedade, promoveu a distinção.

No Brasil, essa divisão se fortaleceu no período da Ditadura Militar, onde quem apoiou o golpe dos militares era considerado da direita, e quem defendia o regime socialista, de esquerda.

Hoje em dia temos esquerda, direita, centro e outras variações e o que não temos é senso comum na política. Em vez de definirmos política em prol da localização das suas cadeiras, devíamos dar uns bons séculos de passos atrás e voltar à definição grega – a ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados, de comunidades ou coletividades.

O político que se define como de “esquerda” ou de “direita” não pode começar bem. Como pode algum ser humano ter apenas uma visão do mundo aplicável a todas as coisas? Como pode alguém se classificar como “esquerda” ou “direita” se o mundo é mutável, se existem várias perspectivas para a mesma questão, várias argumentações lógicas para cada problema que não estão nem certas nem erradas, muitas vezes estando as duas coisas ao mesmo tempo. O fato de escolher um lado, significa inflexibilidade, quando especialmente na política, deveríamos estar preparados para evoluir, aprender e escolher o melhor possível, não vendo apenas um lado, mas enfrentando os problemas com “visão de helicóptero”, vendo as questões de cima e sempre procurando achar as soluções que trazem resoluções finais, estáveis e com menos consequências negativas para todos os envolvidos.

Se até a E.L. James achou 50 tons de cinza, será que a política humana, a administração de seres tão complexos como nós se pode definir em um punhado de direções?

Na verdade, eu acho que partidos políticos deveriam ser abolidos e os indivíduos deveriam se candidatar para posições governamentais de forma independente, assim como fazemos quando nos concorremos a vagas de trabalho em qualquer empresa.

O País pode se comparar a uma grande empresa em termos de gerenciamento. Tem vários departamentos – Financeiro, Recursos Humanos, Vendas, Compras, etc. – existem objetivos, alvos a serem alcançados. A dedicação e honestidade deveriam ser prioridade, assim como a performance e o trabalho de equipa.

As empresas não trocam todos os funcionários no mesmo período. Elas abrem vagas, contratam examinando experiência, avaliando capacidade, profissionalismo, performance. E demitem caso a pessoa não esteja cumprindo suas obrigações com qualidade.

Sugiro isso porque não concordo que só um partido possa estar no poder, não concordo que se um Ministro, Deputado, ou até Presidente, esteja fazendo um bom trabalho, tenha que ser trocado aquando a troca de governo, muitas vezes sendo substituído por alguém não tão eficiente. Assim como não acredito que um incompetente deva ficar num cargo porque é tio, primo ou dorme com alguém importante. Acredito que a competição eleva a qualidade de serviço. Imagine ministros de diferentes partidos, com diferentes visões e experiências, tendo que considerar essas experiências e chegar a um consenso. Penso que existe uma chance de termos uma política mais equilibrada, com menos lobbies e mais considerativa com o povo.

Em vez de escolhermos partidos, deveríamos estar focados em escolher indivíduos, bons gestores, pessoas eficientes, honestas e dedicadas que de fato queiram fazer um bom trabalho e fazer do País um lugar melhor para todos.


Barbara Goyri – Jóias

Não sou a maior usuária de jóias do mundo mas estou adorei a coleção Make a Wish da Barbara Goyri e decidi postar aqui.

Embora ela tenha várias outras coisas lindas no website dela, que podem ser encomendadas e até personalizadas, essa coleção específica é mais o meus estilo – peças pequenas, simples e delicadas. Cada uma com uma mensagem especial.

Vão lá no site dar uma olhadinha – http://www.barbaragoyri.com/coleccoes/


A vida muda, ainda bem

Não é a primeira vez que falo de mudanças mas antes, falei de mudanças de local, hoje, vou falar de mudanças em geral. Porquê mudar? E mudar em quê, o quê?

O que eu mais aprecio quando mudo de lugar, por exemplo, é a chance de mudar como pessoa. Quando vamos para um local novo, conhecemos novas pessoas, habitamos um novo ambiente, temos uma nova chance, de fazer mais e fazer melhor.

É como se com a mudança de local e as roupas mais gastas que deixamos para trás para não levar bagagem extra, ou junto com a mobília que vendemos, deixamos ou podemos deixar um pedaço de nós, que está mais gasta ou não nos agrada o suficiente para levarmos connosco.

Temos a chance de nos reinventar, criar um personagem diferente. Não um personagem de novela, não inventar outra personalidade, mas temos a possibilidade de nos mostrar a um grupo de pessoas novo de uma forma diferente, não nos conhecem, não temos rótulos. Não conhecem o nosso passado, não sabem nada da nossa vida e você pode se apresentar da forma que quiser e criar uma nova imagem de você mesmo.

Quando mudo de país, por exemplo, aproveito a oportunidade para tentar melhorar. Coisas às vezes até simples como por exemplo, falar mais baixo. Eu falava alto e me incomodava até a mim. Hoje falo baixinho? Não, nem tanto, mas na maioria das vezes falo com um tom normal e tento me aperceber do meu tom, apenas aumento o volume quando estou muito entusiasmada, muito irritada ou quando estou bêbada (acontece). Ao me aperceber dos meus erros, defeitos e falhas, tenho mais e melhores chances de as corrigir. Mesmo que não consiga corrigir tudo (ou até mesmo nada) a cem por cento, estou ciente do que sou e isso me dá a chance de melhorar o que sou, não pelos outros, mas porque eu detesto quando escuto pessoas falarem alto demais.

Li um artigo que diz que a felicidade tem a ver com a nossa honra, com a honestidade que temos para connosco e com os outros, com o manter a palavra, nos importarmos com os outros e largarmos mão do que não conseguimos controlar. É melhor ser feliz do que ser triste, quem não concorda? O que é que isso tem a ver com as mudanças? Tudo! Porque não aproveita o dia de hoje e muda de estado de espírito?

O que parece difícil às vezes é mais fácil quando feito. O que te deixaria feliz? O que você precisa mudar na sua vida, em você mesmo para ser feliz? E porquê não o faz então?

Se vai se arrepender ou não – eu te respondo – não vai. Nunca vai. Daqui a vinte anos você vai apenas se arrepender do que não fez, do que não tentou. O que tentou e “falhou”, seja por culpa sua ou dos outros, você vai ver como lições que te fizeram crescer, trouxeram aprendizado e te tornaram mais forte, que te mudaram e te fizeram se conhecer um pouco mais e te tornaram um pouco melhor.

80% das pessoas trabalham com coisas que não gostam no mundo, não achei uma percentagem para as que estão em relacionamentos infelizes, moram em lugares que não gostam ou outras coisas “menores” que não mudam por puro medo de mudança.

Porquê não arriscar? O mundo é pequeno, se chega em qualquer canto facilmente hoje em dia. Existem mais de 7 biliões de pessoas no mundo, muitas delas especiais, como você. Trabalho bom é aquele que te faz ir para casa sorrindo e se sentindo útil, mesmo depois de ter passado 15 horas trabalhando. Porquê não mudar? Se a mudança é necessária em sua vida, mude. Tenha medo, todos temos medo, mas mude com medo mesmo.

O hábito só deve ser mantido para o que nos faz bem. Se habituar a amar e ser amada por uma pessoa que te merece é maravilhoso, se acostumar a ser pontual e a cumprir suas metas num trabalho que te realiza é perfeito, querer ver todo o dia o mar ou aquela montanha ou quem sabe a neve que você tanto ama na sua cidade é fantástico e recomenda-se.

Em pesquisa, li mais dois artigos que dizem que as pessoas mais velhas são mais felizes e que os arrependimentos que as pessoas mais têm antes de morrer são de não ter dito que amam o suficiente, de não ter tentado mais e de terem gasto muito tempo trabalhando em empregos insatisfatórios em vez de com a família.

A felicidade não nasce connosco. Só algumas poucas pessoas têm esse privilégio, de nascer felizes. A felicidade se aprende e é feita de lições, de tentativa e erro, de mudanças até chegarmos ao acerto. Cometa muitos erros, alguns acertos e no meio das atribulações vá trilhando o seu caminho. Sem medo! Com uma pequena mudança vêm várias novas oportunidades.


Planos e mais planos – Balance Scorecard na vida pessoal

Já pensaram como a vida muda? Claro que todo mundo pensa nisso toda hora de certa forma, mas estou falando realmente pararam para pensar onde estavam 5, 10 anos atrás e como as coisas estão hoje? Estão indo na direção que desejam?

Eu não sei se isso só acontece comigo mas tenho a sensação que a minha vida foi feita para ser surpreendente, às vezes de uma forma positiva, outras nem tanto. No final, tudo sempre dá certo mas nada é do jeito que eu planejo. Isso quer dizer que eu estou fazendo os planos errados ou que não devo fazer planos nenhuns

Essa semana estive em treinamento numa matéria chamada Balance Scorecard. É um modelo estratégico desenvolvido pelos Drs. Robert Kaplan and David Norton que inclui metas, objetivos, medidores e medida alvo a 4 níveis diferentes – Financeiro, Processos, Aprendizado e Crescimento e Serviço ao Cliente.

O Balance Scorecard (BSC) não é só utilizado em empresas, pode ser aplicado na vida pessoal também.

De acordo com o modelo você deve estabelecer metas gerais, que representem o que você deseja, por exemplo, ter uma carreira de sucesso.

Dentro dessa meta você estabelece objetivos, que são jeitos passíveis de serem medidos e que fazem parte da meta geral, por exemplo, se a meta é ter uma carreira de sucesso, um objetivo pode ser – ser promovida.

Depois estabelece um medidor, uma medida para esse objetivo. Nesse caso, um medidor possível seria – número de promoções por ano. Finalmente estabelece um alvo, por exemplo – 1 promoção por ano.

Fazendo isso para as 4 áreas (Financeiro, Processos, etc), estabelecendo 1 meta por área e cada meta com 4 objetivos. A idéia é que não sejam coisas surreais, apenas coisas tangíveis mas ao mesmo tempo não podemos definir alvos muito baixos porque senão não nos esforçaremos o suficiente para os realizar e portanto, não haverá melhoramento ou desenvolvimento.

Eu tenho muitas metas, na verdade eu quero tudo e quero tudo o melhor possível – a carreira de sucesso, a família feliz com um parceiro feliz e filhos bem educados, quero contribuir para um mundo melhor,  os amigos por perto e ainda quero ser bem cuidada, com saúde. Será possível? Eu acredito que é e me esforço para conseguir todas as coisas que falei acima. Não espero nada perfeito mas acho sim possível ter tudo o que citei num nível bom.

Depois que fiz este treinamento (e é para isso que servem) me apercebi de uma coisa básica. Os meus planos nunca foram planos. Eram expectativas ou reações e não planos. Se eu me mudei tanto não foi porque assim planejei, foi acontecendo. Se eu trabalho onde trabalho, também não planejei, foi acontecendo. Mesmo que esteja bem onde estou, será que não deveria ter um plano, ter metas rigorosas, com medidas e alvos bem estipulados e trabalhar neles com todo o foco e será que estaria ainda melhor?

O meu treinador disse que ele tem um BSC para ele e para os filhos. Lá ele coloca como alvo que tem que ligar para os amigos 1 vez por semana pelo menos, mesmo os que nunca ligam se ele não ligar. Tem estipulado um número de vezes por semana que leva a esposa para sair, os check-ups médicos que tem que fazer ou quanto deve ganhar nesse ano.

Será que isso funciona na vida pessoal ou a vida dispensa planos e segue o vento?

Mais sobre o BSC (inglês) aqui. E em Português aqui.

 


Os Estados Unidos não têm um idioma oficial

Pode parecer estranho, mas é verdade! Os Estados Unidos da América não possuem uma língua oficial.

Cada estado pode ter leis próprias que colocam a língua que quiser como a sua oficial. O Inglês é o idioma nacional de facto (na prática) mas não há nenhuma língua oficial a nível federal ou em sua constituição, que a coloque de forma oficial.

Algumas leis, como os requisitos para naturalização, padronizam o inglês e exigem a fluência do mesmo. Há movimentos públicos e até no Senado federal que lutam pela oficialização. Porém, nunca chegou a ser feita uma lei que tornasse isso real.

Como cada Estado pode ter sua própria língua oficializada, 32 optaram pelo inglês. O Havaí opta pelo inglês conjuntamente ao havaiano. O Novo México possui lei que prevê o uso do inglês e do espanhol, como a Califórnia, que obriga documentos do governo a serem publicados também em espanhol. O Louisiana inclui o francês como oficial ao lado do inglês.

Vários territórios insulares concedem o reconhecimento oficial para suas línguas nativas, juntamente com o inglês: samoano e chamorro são reconhecidas pela Samoa Americana e Guam respectivamente; caroliniano e o chamorro são reconhecidos pelas Ilhas Marianas do Norte e o espanhol é a língua oficial de Porto Rico.

Cerca de 80% da população americana usa apenas o inglês em suas casas, e o espanhol é a segunda mais comum com 12% de utilização.


10 melhores varandas do mundo

1 – Marina Bay Sands, Singapore

 

 

 

 

2 – Jumeirah Beach Hotel, Dubai

 

 

 

 

3 – Sirocco at The Dome Lebua, Bangkok

 

 

 

 

 

 

4 – Grand Hotel Central, Barcelona

 

 

 

 

5 – The Ritz-Carlton, Moscow

 

 

 

 

 

6 – St George Roma, Rome

 

 

 

 

7 – Barrio Alto Hotel, Lisbon

 

 

 

 

8 – Nomiya, Paris

 

 

 

 

9 – 360 Istanbul, Istanbul

 

 

 

 

 

 

10 – Skybar Traders Hotel, Kuala Lumpur