Anúncios

Arquivo da categoria: Sem categoria possível

O certo é não olhar

O certo é não olhar os vídeos e não procurar informação sobre o desmatamento das florestas amazônicas, sobre incendiários, sobre como os índios são expulsos de suas terras, e tomar seu café da manhã em paz. O certo é não olhar os vídeos e informação sobre como as vacas e bezerros são mortos a pauladas e as galinhas trituradas vivas e apreciar seu bife ou sua coxinha de galinha em paz. O certo é não olhar e não pensar sobre a poluição na terra, não ver o quão sujo estão os oceanos, e aproveitar a sua praia em paz, seguida daquele chuveiro de meia hora. O certo é não olhar as notícias da guerra, não ver os vídeos das crianças em choque com os bombardeios, não pensar nos imigrantes afogados, e aproveitar sua ida ao cinema em paz. O certo é não olhar para os idosos jogados e abandonados em asilos, não olhar para as crianças jogadas em orfanatos, e assistir seu jogo de futebol em paz. O certo é não olhar quando a menininha ou menininho tão sendo abusados, e ir brincar com sua sobrinha em paz. O certo é não olhar quando alguém é assaltado, espancado, morto na sua frente, o certo é virar as costas e ir beber a sua cerveja em paz.

O que é certo é que eu não quero ninguém na minha vida que diz que o certo é não olhar. Olhe sim. Olhe até se enfurecer, até ter nojo, até se revoltar. Olhe até decidir que a indiferença é o pior crime de todos. Olhe até tomar uma atitude. Nem todos viemos para mudar o mundo, mas todos podemos evitar piorá-lo e quem sabe ajudar a melhorá-lo um pouquinho, nem que seja por ter a exata consciência do que acontece em sua volta, tendo compaixão com os outros seres.

Use mais papel reciclado, reduza o consumo de carne, seja voluntário num asilo, num orfanato, ou se não tem tempo quem sabe uma contribuição financeira para os médicos sem fronteiras ou uma associação infantil qualquer, ajude pessoas que estão nesse momento fazendo o que você não tem coragem de fazer. Ajude seu vizinho, cuide da sua avó, adote um cachorro, adote uma criança. Não aceite a injustiça, denuncie, se tiver como intervenha, evite o chuveiro de meia hora, não jogue lixo no chão, recicle. Deixe de ser cego. Deixe de ser ignorante. Não aceite. Não se cale.

Você que acha que o certo é não olhar – o certo é gente como você desaparecer da face da terra.

Anúncios

Eu sou imortal

Outro dia estava conversando com meu namorado e estávamos falando sobre coisas possíveis e impossíveis. Eu disse que nada é impossível e ele me respondeu que é sim, complementando que é impossível por exemplo, ser imortal.

Eu rapidamente respondi “mas eu sou imortal”. Acho que ele não entendeu e levou como mais uma das minhas (muitas) loucuras. Eu estava falando sério. Eu acho que nada de fato é impossível e acredito que sou imortal. Acho que tudo depende de interpretação e da sua visão sobre as coisas.

Porque é que eu me acho imortal? Muito simples, porque tenho esse blog. Porque tenho um Facebook, um LinkedIn ou um Twitter que imortalizaram a minha vivência. Eu existo, tenho voz e tenho provas disso. Através da Internet imortalizei algumas das minhas experiências e opiniões, me tornando também imortal. Para mim, enquanto alguém no mundo lembrar quem eu sou, seja onde for, conhecido ou não, eu estarei presente.

Se eu morrer hoje e daqui a 100 anos alguém achar esse post, eu estarei conversando com alguém. Eu acredito que para sermos imortais apenas temos que cumprir o famoso: plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho. Eu já plantei mais do que uma árvore, optei por escrever um blog (agora dois) em vez de um livro, me falta o(a) filho(a), que me imortalizará biologicamente.

Atualmente conseguimos rastrear genes, e perceber que existem famílias dispersas em lugares opostos do mundo que provêem do mesmo ancestral, ancestral esse que viveu séculos e séculos atrás, milhares de anos atrás. Isso não é uma forma de imortalidade? Para mim é.

Ser imortal para mim não é ter o mesmo corpo para sempre, isso na verdade não acontece nem durante o ciclo da nosso corpo. O Universo é feito de renovação. Assim como o seu corpo renova suas células, e o mundo a sua população, o Universo também se renova – umas estrelas se apagam, outras se formam, por exemplo. A Terra também tem “fases”. Já teve era glaciar, já foi quente e árida, teve dinossauros que foram extintos, renovando sua natureza e seus habitantes.

Tudo se renova mas a marca que você deixa no mundo, na historia, com a sua essência, essa te imortaliza.

Se eu morrer, quer dizer que eu não existo? Mas como, se eu estou falando com você agora mesmo nesse post?


Já ouviu falar em Objectofilia?

Objectofilia ou Objecto-Sexualidade (OS) é o desejo emocional e muitas vezes romântico de desenvolver relações com objectos inanimados. Indivíduos objectófilos podem sentir atracção, amor e se comprometer com objectos ou estruturas. Para alguns ter relações sexuais ou emotivas com outros humanos é incompreensível.

Alguns OS também acreditam em animismo – acreditam que os objectos têm almas, inteligência, sentimentos e que são capazes de se comunicar – e assim, têm uma sensação de reciprocidade nas relações.

A primeira pessoa a se assumir uma objectófila foi a sueca Eija-Riitta Eklöf Berliner-Mauer, no início da década de 70 (website pessoal em inglês http://www.berlinermauer.se/). Eija se diz apaixonada pelo Muro de Berlim e inclusive “casou” com ele em 1979.

Em Fevereiro de 2008 Erika Eiffel, que mora na Califórnia (EUA), fundou a OS International, um website educacional e comunidade online para os que amam objectos. O nome Eiffel vem do seu casamento com a Torre Eiffel, que foi documentada mundialmente pela mídia.

Para superar a distância, o tamanho de alguns dos objectos e também a falta de privacidade quando se tratam de estruturas públicas como a Torre Eiffel ou o Muro de Berlim, os objectófilos constroem modelos em escala. Eles recriam num tamanho menor mas com todos os detalhes os seus objectos de desejo para que possam dormir, comer, e se relacionar de uma forma privada e diária. Estes modelos não servem como substitutos e sempre que podem preferem estar perto do objecto real.

Algumas histórias de amor:

Continue lendo


Quem gosta de gordura?

A modelo obesa Susanne Eman, 32 anos, está fazendo um regime para se tornar a pessoa mais gorda de todos os tempos. Com cerca de 290 kg ela pretende chegar aos 730 kg e ingere mais de 20,000 calorias por dia.

Susanne, que mora no Arizona (EUA), deu uma entrevista para o DailyMail em que afirmou que gostaria de saber se é humanamente possível chegar a 1 tonelada mas que, como o recorde mundial está nos 730 kg, esse é o seu atual.

A modelo afirma que começou a engordar naturalmente há uns anos e quanto maior mais sexy se sentia. Afirma inclusive que atrai mais homens agora do que quando era mais magra. Decidiu então testar se seria possível engordar mantendo um corpo saudável e para isso, além da sua dieta, faz pequenos exercícios físicos e análises regularmente para garantir que a sua saúde está em forma.

Susanne vai no supermercado mensalmente e passa cerca de 8 horas comprando para garantir a quantidade de calorias que necessita diariamente.

O médico que a acompanha, Dr. Patrick Flite, garante que a mulher está brincando de roleta russa e que esta experiência pode levá-la à morte, já que a obesidade mórbida tem complicações muito bem documentadas. Susanne não pode trabalhar devido ao seu peso e afirma que caso algo lhe aconteça já tomou providências para que a sua irmã tome conta dos seus filhos.

A dieta diária de Susanne:

  • Café da manhã: 6 ovos mexidos cozinhados na manteiga, 200 g de bacon, 4 batatas, 6 torradas com manteiga, 900 ml de milkshake de creme.
  • Snacks durante o dia: 1 saco de biscoitos de cachorro (será que são mais gostosos que os para humanos?), 2 litros de refrigerante, 1 saco de batatas fritas sabor bacon, 3 sanduíches de queijo e presunto.
  • Almoço: 3 bifes, feijão e burritos com chilli, 1 xícara de creme/natas, salada (alface, tomate, cenoura, pepino, bacon, queijo e galinha).
  • Jantar: 12 tacos recheados, 1 xícara de creme/natas, 2 litros de refrigerante, sobremesa (8 bolas de sorvete de baunilha e uma panela pequena de brownie).

Total: 21,962 calorias

Mas Susanne não é a única pessoa no mundo com esse objetivo. Donna Simpson, 42 anos, de Nova Jersey, também pretende se tornar a mulher mais gorda do mundo. Atualmente com cerca de 280 Kg e usando vestidos de tamanho XXXXXXXL , ela tinha o recorde do Guiness como a “maior” mãe do mundo por ter 235 kg quando pariu a sua filha, Jacqueline, até ser destronada por Susanne.

Donna pretende chegar a meia tonelada (500 kg) e para isso come bolos inteiros, caixas de doughnuts, e tenta se mover o mínimo possível. Gasta cerca de 1,300 Reais por semana em comida e diz que a sua comida predileta é Sushi.

Ela tem um website onde as pessoas podem pagar para vê-la comer ou tomar banho. O seu parceiro Philippe, 49, que pesa 70 kg, admite ser um admirador de gordura e diz que nem olha para uma mulher que tenha menos de 150 kg – eles se conheceram num site de relacionamentos para pessoas obesas, há cerca de 7 anos.Outros casos:

Guiness (2012) para mulher mais obesa do mundo – Pauline Potter, 47 anos e cerca de 292 kg.

Mulher mais obesa da Inglaterra – Brenda Flanagan-Davies, 43 anos, cerca de 255 kg.

As 5 pessoas mais obesas do mundo de todos os tempos:

  1. Carol Yager – chegou a pesar 727 kg e era tem também o recorde de perda de peso por meios naturais. Carol perdeu 521 kg em apenas três meses. Faleceu aos 34 anos;
  2. Job Brower – chegou aos 635 kg, ficou internado no hospital por 16 meses onde perdeu 419 kg, mas depois de receber alta, seu peso duplicou e ele faleceu aos 42 anos;
  3. Manuel Uribe – tem 597 kg, passou cerca de 10 anos na cama tendo inclusive se casado sentado em uma cama, diz que é feliz e a prova que o amor chega a todos;
  4. Walter Hudson – chegou a ter 544 kg, faleceu poucas semanas antes do seu casamento;
  5. Rosalie Bradford – chegou a pesar 544 kg, era casada e tinha um filho. Após seu casamento, ela passou a maior parte do tempo em casa. Seu peso acabou reduzido para 136 kg. Rosalie faleceu aos 63 anos.

Este slideshow necessita de JavaScript.


Mulher “adota” boneco de 700 reais

Ashleigh Kirby, uma inglesa de 36 anos, decidiu adotar um boneco com fisiologia de um recém-nascido, que cuida e trata como se fosse um filho.

Após a sua relação ter terminado, ela receou não ter oportunidade de ter mais filhos e decidiu comprar o boneco para aumentar a família.

“Finlay” é tratado como um bebê de verdade, a “mãe” o leva no shopping, no parque, troca suas fraldas, e já gastou centenas de reais em roupas para o seu “menino”. O boneco tem até um berço no quarto da “mãe”.

Ashleigh, que tem uma filha de 12 anos chamada Becky, comprou há 6 meses, quando ficou solteira e achou que seria improvável ter outro companheiro. Ela já planeja comprar uma outra boneca, que vai se chamar Summer.

Ela diz que considerou adotar uma criança de verdade mas que por ser um projeto tão cansativo e trabalhoso, ela desistiu.

Em entrevista ao The Sun, afirmou: “Eu sempre achei que faltava alguma coisa na minha vida e assim que vi os bebês, soube imediatamente o que era. Os bonecos são substitutos para mim. Eu sou muito maternal. Eu comprei Finlay há 6 meses por 700 Reais (250  pounds).Metade do meu quarto está ocupado com o seu berço e também tenho um carrinho, um cadeira para o carro e um armário com roupas. Ele usa uma fralda que eu troco – embora não tão frequentemente como se fosse real. Eu gostaria de ter conhecido um outro homem e ter tido um monte de filhos mas a vida não me proporcionou isso. Considerei adoção mas sou muito preguiçosa para conseguir finalizar o processo. Crianças reais dão muito trabalho – você se preocupa o tempo todo. Com o Finlay, é só carinho”.

O boneco é um modelo especial, feito à mão num processo demorado, para que se pareça o mais real possível. Os materiais usados fazem com que o peso seja semelhante ao de um bebê recém-nascido, cada fio de cabelo e dos cílios é adicionado individualmente, o que demora até 40h para fazer. Os bonecos são depois pintados com veias e com tintas em vários tons de pele, além de terem “unhas”.

E agora ela passeia normalmente no parque com o seu bebê, junto com as outras mães que muitas vezes se aproximam para olhá-lo, achando que ele é real.

Ashleigh disse: “Olhei para o Finlay a primeira vez e senti um laço mais forte do que com a Becky. Foi um sentimento imediato de amor. Com a Becky, eu estava tão cansada depois do parto que não me senti tão próxima dela.”

A Becky admite que escondeu o seu “irmão” dos seus amigos da escola e que acha a obsessão da sua mãe “estranha”. Becky diz: “Eu acho estranho e realmente não entendo. Eu não acho que a minha mãe prefira o Finlay, mas ela não me dá toda a atenção como ela costumava dar.”

Ashleigh está já ansiosa com a sua nova bebê, Summer, que já encomendou e está ansiosa para enchê-la com muitas roupas e acessórios bem femininos.