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Filha de Nigerianos nasce loirinha e de olho azul

article-1299011-0A9D050C000005DC-458_468x641” É um bebê milagre!” diz a mãe de 35 anos, Angela Ihegboro. Ela e o marido Benjamin, quando viram a pequena Nmachi pela primeira vez (que significa Beleza de Deus na sua língua nativa), ficaram perplexos.

Ambos Nigerianos, de pele escura, cabelos e olhos pretos, e tendo já outros dois filhos, Dumebi e Chisom, com mesmas características físicas, não esperavam que o seu terceiro milagre fosse uma menininha loirinha, de cabelo cacheado e olhos azuis.

“É claro que ela é minha, minha mulher é fiel” diz o pai, “e mesmo que não fosse, a bebê não sairia assim”.

A menina Nmachi é realmente um milagre! Médicos e cientistas genéticos estão em volta dessa família para entender como isso é possível. É que essa situação nunca aconteceu antes, ou pelo menos, nunca foi registrada antes.

Existem casos em que filhos apresentam algumas características de outra raça, normalmente trazidas pela genética de antepassados não tão distantes mas, de acordo com ambos os pais, em nenhuma das famílias existem antepassados brancos.

O mais óbvio seria a menina ser albina, porém essa hipótese foi descartada ainda antes da família sair do hospital. Então, como é possível?

Até agora, as causas apontadas como mais prováveis são:

  • A menina sofreu uma mutação genética – não herdada dos genes dos pais, tendo acontecido nela apenas – durante os estágios de formação e desenvolvimento do embrião. Se for esse o caso, os descendentes da menina irão herdar essa mutação também;
  • Genes de familiares antepassados brancos foram carregados por várias gerações de ambos Angela e Ben de forma silenciosa, tendo se manifestado na pequena Nmachi; ou
  • Existe a possibilidade de ser uma nova forma de albinismo, uma variação ou alguma condição genética com sintomas semelhantes, ainda desconhecida.

O pai, encantado com sua pequena diz que gostaria de saber porquê ela é tão branquinha mas que “não importa se é menina ou menino, branca, preta, amarela ou azul, o que importa é que ela é linda e saudável”.

Testes genéticos irão ser realizados e já podemos antecipar uma nova descoberta. E quão entusiasmante pode ser!

A teoria da evolução sugere que somos todos descentes de africanos. Será que os primeiros brancos foram “milagres” como a bebê Nmachi? Será que foi assim, do nada, sem razão aparente, que os caucasianos “apareceram” no pedaço?

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Japão e os tipos de sangue

Famoso pelas suas extravagâncias e peculiaridades, o Japão tem uma cultura própria bem demarcada e diferente de qualquer outra – extremamente trabalhadores e para eles palavra é tudo. São criativos com suas roupas extravagantes e uso de cores fortes nos cabelos, unhas, roupas e acessórios.

Inteligentes, conhecidos como crânios da tecnologia, matemáticas e na verdade, de quase tudo, têm “bizarrices” (leia-se: coisas bem diferentes das nossas) difíceis de igualar, eu os considero um povo surpreendente e divertido.

Fato curioso é que no Japão as pessoas se “classificam” por tipos de sangue. Basicamente os japinhas consideram que o tipo de sangue influencia diretamente o temperamento e a personalidade, sendo até um dos critérios de contratação em certos empregos.

Cerca de 40% da população Japonesa é tipo A, 30% tipo O, 20% tipo B e apenas 10% são AB.

De acordo com a crença popular as pessoas de:

· Tipo A são sensíveis e perfeccionistas, bons para trabalho em equipe mas muito ansiosas;
· Tipo O são curiosos e generosos mas teimosos;
· Tipo ABs são criativos mas misteriosos e imprevisíveis;
· Tipo B são animados mas egocêntricos, individualistas e egoístas.
Há várias publicações sobre o assunto, os programas matinais muitas vezes têm uma leitura estilo de horóscopo só que para o tipo sanguíneo, sites de relacionamento levam os tipos de sangue em consideração e existem produtos específicos para cada tipo como: chiclete, refrigerantes, sais de banho.

Embora os cientistas tentem constantemente refutar esta crença, pois não há nenhuma prova que isso seja verdade, é ainda muito comum entre a população, mesmo aos mais altos níveis, tanto que, em Julho de 2011, o então Ministro da Reconstrução Ryu Matsumoto se demitiu após ser criticado por fazer alguns comentários insensíveis. Ele culpou o seu tipo de sangue:

“Gostaria de me desculpar por ter ofendido as pessoas nas áreas de desastre. Eu pensei que estava emocionalmente próximo das vítimas do desastre mas me faltaram palavras suficientes e o os meus comentários foram duros.”

“Meu sangue é do tipo B, o que quer dizer que posso ser irritável e impetuoso, e as minhas intenções nem sempre se vêm.”

“A minha mulher conversou comigo e eu penso que tenho que refletir sobre isso.”



Os Estados Unidos não têm um idioma oficial

Pode parecer estranho, mas é verdade! Os Estados Unidos da América não possuem uma língua oficial.

Cada estado pode ter leis próprias que colocam a língua que quiser como a sua oficial. O Inglês é o idioma nacional de facto (na prática) mas não há nenhuma língua oficial a nível federal ou em sua constituição, que a coloque de forma oficial.

Algumas leis, como os requisitos para naturalização, padronizam o inglês e exigem a fluência do mesmo. Há movimentos públicos e até no Senado federal que lutam pela oficialização. Porém, nunca chegou a ser feita uma lei que tornasse isso real.

Como cada Estado pode ter sua própria língua oficializada, 32 optaram pelo inglês. O Havaí opta pelo inglês conjuntamente ao havaiano. O Novo México possui lei que prevê o uso do inglês e do espanhol, como a Califórnia, que obriga documentos do governo a serem publicados também em espanhol. O Louisiana inclui o francês como oficial ao lado do inglês.

Vários territórios insulares concedem o reconhecimento oficial para suas línguas nativas, juntamente com o inglês: samoano e chamorro são reconhecidas pela Samoa Americana e Guam respectivamente; caroliniano e o chamorro são reconhecidos pelas Ilhas Marianas do Norte e o espanhol é a língua oficial de Porto Rico.

Cerca de 80% da população americana usa apenas o inglês em suas casas, e o espanhol é a segunda mais comum com 12% de utilização.


Como é um funeral Mulçumano?

Estava eu com meus queridos amigos num barzinho e entre vários assuntos discutidos surgiu a pergunta: Como é um funeral Mulçumano?

Estou aqui há já quase 3 anos e nunca ouvi falar no assunto, nem tinha pensado nisso até então mas agora que pensei, tive que descobrir. 🙂

Quando um Mulçumano está prestes a falecer (em casos que podem ser previstos), as pessoas mais próximas são chamadas para recitar versos do Corão, incentivar a reza e dar o máximo de conforto físico que puderem.

Se estiver em condições físicas e mentais de se pronunciar, as últimas palavras de um Mulçumano devem ser uma declaração de fé: “Eu sou testemunha que não existe Deus que não Alá”.

Os familiares devem ser pacientes e ter em mente que de acordo com o Islam, Alá é quem dá e tira a vida, quando Ele assim decide e que não cabe a ninguém questionar a Sua sabedoria, assim que, após a morte, os que estiverem com o falecido são encorajados a permanecer calmos, a rezar, e a começar imediatamente as preparações para o enterro.

Os olhos do falecido devem ser fechados e o corpo coberto temporariamente com um lençol limpo. É proibido gritar e fazer movimentos bruscos e exagerados mas é permitido chorar já que quando o filho do próprio Profeta Muhammad morreu, ele disse: “Os olhos derramam lágrimas e o coração está de luto, mas nós não diremos nada excepto o que agrada o nosso Senhor.”

Pela lei Islâmica, o corpo deve ser enterrado o mais rapidamente possível. Em preparação para o enterro, os membros da família ou da comunidade lavam o corpo com àgua perfumada e o cobrem com um pano branco chamado kafan. Se a pessoa morreu como mártir este passo não é executado, mártires são enterrados com as roupas em que faleceram.

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Símbolos de Natal

Natal – A palavra Natal quer dizer nascimento, e é de origem do latim. Natal e Noel são sinônimos.

A Igreja católica toma esta data, a partir do século IV, como aniversário do nascimento de Cristo. O dia 25 apareceu pela primeira vez no calendário de Philocalus em 324, opção feita pelo Papa Júlio I, para cristianizar as grandes festas pagãs realizadas neste dia.

 

Foi São Francisco de Assis quem idealizou a representação do nascimento de Jesus com figuras, após 1223, quando festejou a véspera de Natal na floresta de Greccio, na companhia da população de Assis. A tradição do presépio, na forma como é representado nos dias de hoje, teve início no século XVI. As primeiras imagens apareceram no interior de igrejas, em mosaicos..No século XVIII a cena do nascimento de Jesus já fazia parte das tradições natalinas em Nápoles e na Península Ibérica.

 

Os sinos emitem sons agradáveis e audíveis à distância, e são tocados em ocasiões geralmente festivas. Tocado por ocasião do Natal, lembra-nos o facto de termos um Salvador que se fez homem, habitou entre nós e partiu deixando sua mensagem de amor e paz.

 

A árvore de natal é de origem germânica. No tempo de São Bonifácio, foi dotada para substituir os sacrifícios ao Carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma árvore em homenagem ao Deus-menino. Diz a lenda, que o pinheiro foi escolhido como símbolo do Natal, devido à sua forma triangular, onde se representa a Santíssima Trindade.
Curiosidade: O pinheiro é a única árvore que não perde as suas folhas, seja qual for a época do ano.

Por seu formato e pelo colorido, as bolas simbolizam o fruto da “árvore da vida”.

Nasceram com a superstição de que heras, pinheiro, azevinho e outras plantas ofereciam protecção, no Inverno, contra bruxas e demónios. Os seus ramos eram usados para afugentar a má-sorte. Representa a mandala, um diagrama em círculo lembrando que a nossa vida é um ciclo de nascimento e morte. Simbolizando a vida eterna e a paz, a guirlanda está presente na decoração natalícia actual.  Ela é sinal de esperança e vida; a sua fita vermelha representa o amor de Deus que nos envolve, e as velas acesas, a fé e a alegria.

 
As velas simbolizam a luz das estrelas que guiaram os Reis Magos. Elas simbolizam Cristo, a luz do mundo, que devemos imitar. É uma tradição nórdica. No início as famílias fabricavam artesanalmente as suas velas, usando a cera pura fabricada por abelhas, conservando a sua cor natural. A chama cintila, serpenteia, atrai e ilumina o nosso ser.

 

É usada na ponta da Árvore de Natal para nos lembrar da Estrela de Belém, que guiou os reis magos até a manjedoura de Jesus. Tem quatro pontas, representando o norte, o sul, o leste e o oeste. A misteriosa Estrela de Belém é citada na Sagrada Escritura em Mateus, capítulo 2, versículos 2, 9 e 10 (Mt 2, 2.9.10). É sempre usada como símbolo de alegria, de guia, para despertar e atrair. A estrela é luz permanente.

A origem do bom velhinho é incerta e cercada de histórias. A mais conhecida vem do século IV e fala sobre Nicolas, nascido em 281, que tornou-se bispo de Myra, na Ásia Menor. Conta-se que os seus pais tiveram dificuldades para ter filhos, até que nasceu Nicolas. Dando graças pelo facto, eles passaram a distribuir alimentos, roupas e dinheiro aos pobres, até que vieram a falecer devido a uma epidemia. Nicolas herda a grande fortuna de seus pais, torna-se bispo e continua o trabalho de ajuda aos necessitados. Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele. A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo.

 
Conta a lenda, que três moças não podiam casar, porque na época era indispensável um dote, e elas não dispunham de um, para tal. São Nicolau, comovido com a situação, resolve jogar três sacos de moedas pela chaminé da casa das moças. Os sacos caíram dentro das meias das moças que estavam secando na lareira.