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Dicas de gestão financeira para não-financeiros

Eu tenho percebido que a maioria das pessoas não tem uma estrutura financeira estável e que ter dívidas, vários cartões estourados e o nome sujo, são coisas comuns.

A situação está difícil – tanto no Brasil como em Portugal como em vários outros lugares que têm impostos e taxas pesadas, alto custo de vida, mau gerenciamento governamental, desemprego, e onde ter alguma qualidade de vida tem um preço alto quando comparado aos salários da população. Portugal está melhorando, dizem, mas eu noto que até pessoas com salários razoáveis, bons empregos, têm tendência a se endividar. Falta educação financeira de uma forma geral.

Eu não sou da área financeira nem de perto, já tive dívidas, já passei muito perrengue mas aprendi na marra e escrevo tudo o que está abaixo como dica. Siga todos os conselhos, não siga nenhum, siga conselhos de outros mas tenha mais controle, seja mais consciente do que está fazendo com seu dinheiro, para poder aproveitar mais no futuro.

Com o que está gastando seu dinheiro?

O que eu mais percebo é que as pessoas nem sabem direito com o que estão gastando. Não existe melhora sem conhecimento.

A primeira coisa que eu fiz que eu fiz quando percebi que estava em apuros financeiros e decidi mudar essa situação foi criar um Excel onde eu pudesse anotar, por categorias, tudo o que estava gastando e poder ver para onde estava indo meu dinheiro. Eu uso esse mesmo método até hoje, continua básico e simples de usar, se quiser pode baixar aqui – Financas. Tem 4 “áreas de controle”.

A primeira são as Entradas, o dinheiro que recebo seja do meu salário ou “outros” – o que sobrou do mês passado na sua conta corrente, ou para quem tem retornos de investimentos, recebe renda de algum aluguel, pensão do ex-marido, aposentadoria de pai, seja o que for.

Depois coloco as Saídas, os gastos, basicamente. Eu coloco uma divisão entre saídas em dinheiro e as do cartão de crédito, que é a 3a área de controle. Então essas primeiras Saídas são apenas em dinheiro. Dentro dos gastos eu faço uma separação das categorias que eu acho que melhor se aplicam na minha vida:

  1. Casa: aluguel, manutenção, água, luz, telefone, etc.;
  2. Carro: gasolina, serviço, inspeção, etc.;
  3. Mercado e Refeições: tudo o que eu gasto com comida, seja no mercado ou fora;
  4. Cachorros e Saúde: eu tenho dois cachorros, o que gasto de comida, veterinário, o que for de despesa deles e da minha saúde, farmácia, consultas, etc.;
  5. Lazer e Viagens: passeios, saídas, no meu caso bilhetes de avião já que moro fora, etc.;
  6. Cartão de crédito: a conta inteira do cartão que vai vencer no mês em questão;
  7. Poupança: o valor que pretendo e posso poupar a cada mês;
  8. Transferências: dinheiro que mando para a família; e
  9. Outros e Presentes: despesas que não são essenciais, como doações, presentes de aniversário, manicure, roupa, etc.

Em seguida temos as Saídas em Cartão de Crédito. As categorias usadas são as mesmas das Saídas em dinheiro retirando os pontos 6, 7 e 8 . Essa separação de saídas me permite ter um controle do que eu estou gastando onde e ter visibilidade total do que esperar na minha fatura do cartão. Como vocês sabem, a fatura do cartão tem 30 dias de crédito então, quando a fatura do cartão fecha para o mês de Janeiro eu coloco esse valor na parte da Saída em dinheiro do mês de Março.

A 4a área do meu controle é apenas um somatório do que foi gasto em cada uma das categorias de uma forma mensal e depois anual, que me permite ter uma visão geral das minhas despesas.

Cada coluna do Excel representa um mês, e o que eu faço todas as manhãs é abrir esta planilha e adicionar todas as despesas que eu paguei no dia anterior nas sua áreas respectivas.

Esse foi o método que funcionou para mim, porém tem vários outros, o importante é você ter noção do que está fazendo com o seu dinheiro. Você pode anotar seus gastos num aplicativo como o Gastos Simples, Agora Sobra, Wallet, Fast Budget, e muitos muitos outros. Não sabe usar isso, sem problema, se organize, arrume um caderno que sirva de diário de despesas, anote tudo lá e faça suas contas.

Esse exercício é essencial. Se você não sabe exatamente com o que está gastando, nunca vai conseguir controlar e cortar gastos, não vai poupar o que deve poupar para sair do aperto mais na frente.

Quando tiver completa visibilidade das suas despesas, analise-as. Veja se tem alguma coisa que você pode cortar, reduzir, e colocar na sua Poupança em vez de gastar. Abra uma conta poupança separada e comece com 50 reais, 20, 10, não importa, isso é pro futuro. 10 reais por mês são 120 reais por ano e 240 a cada 2 anos. E eu aposto, que se você se acostumar a poupar e vir esse número crescer pouco a pouco, em breve estará poupando 20 em vez de 10. Em breve estará recebendo juros e acumulando seu dinheiro.

O objetivo de tudo o que eu disser nesse post é aumentar cada vez mais o número que diz “Poupança”, isso é tudo em que você deve focar. Porquê? Para que você consiga poupar o suficiente para ir limpando e diminuindo suas dívidas até ser livre, e para que no futuro quem sabe não precise se endividar nem ficar no aperto quando uma despesa inesperada acontece porque tem dinheiro pra cobrir.

Consolide sua dívida

Você tem dívidas em 3 cartões de crédito, 5 empréstimos aqui e ali? Comece por pegar seus 3 cartões e destruir 2 deles, senão todos. Fique apenas com um cartão de crédito no máximo, para emergências. Autocontrole é chave, não adianta destruir 2 cartões e ir aplicar um novo no dia ou no mês seguinte. Cartão de crédito tem que ser usado com muito cuidado, nem você nem ninguém precisa de mais do que 1.

A mesma coisa com esses empréstimos que se tiram por aí. A maioria dessas casas que oferecem empréstimos fáceis são quase agiotas licenciados. Você pega 100 reais emprestados e paga 250. Juros altíssimos, que parecem só fazer aumentar as dívidas, por mais que você pague. Então chega, se comprometa a parar com esse círculo vicioso, por mais sacrifício que tenha que fazer.

Em seguida, vá no seu banco fale com o seu gerente e diga que quer consolidar sua dívida. Corte os cartões na frente dele se preciso, leve os extratos dos seus empréstimos e pergunte se o banco pode “comprar sua dívida”. Ou seja, o banco paga todos os seus cartões, seus outros empréstimos, e você fica apenas com uma dívida maior em um banco. Eu sugiro que isso seja feito no banco em que você recebe, porque como têm acesso às suas contas é mais fácil ser aprovado. De jeito nenhum faça isso numa dessas casas de financiamento fácil.

Claro que se o banco achar que sua dívida é muito extensa ou que você não é um bom pagador não vão aceitar, mas tente, o máximo que você pode levar é um não. Se você conseguir, um valor acessível, que você consiga pagar mensalmente sem passar fome deve ser estipulado e deduzido diretamente do seu salário.

Se o banco negar, não se desespere. Quando você começar a controlar seus gastos, parar de fazer novas dívidas, tiver cuidado com o uso do cartão de crédito e começar a poupar nem que seja 10 reais por mês, mesmo sem uma dívida consolidada, e claro demorando mais, você irá sair do sufoco.

Viva de acordo com suas possibilidades

Já ouviu dizer que quem não tem dinheiro não tem vícios? Pois então. Se você não tem dinheiro e está sempre endividado, a primeira coisa (e a mais difícil), é parar de gastar com coisa fútil. Em vez de beber 5 cervejas, bebe 1, fuma menos, compra menos roupa (ou nenhuma por um tempo), aprende a fazer sua própria unha, seu cabelo, limpe sua própria casa, faça sua comida em casa.

Pare de ter vergonha, pare de querer ser o que você não é. Não tem dinheiro para sair, fale pros seus amigos que tá apertado e vai ficar apertado durante uns tempos e que não vai dar pra sair. Seus amigos de verdade vão te chamar na casa deles e te oferecer uma cerveja, ou ficar apenas trocando ideia, sem problema. Diversão é importante mas sempre tem uma opção mais barata de diversão e em época de sacrifício, sacrifícios têm que ser feitos.

Esquece o tênis da moda ou a lupa da vez. A casa tá cara? Mude pra uma menor, mais barata, o importante é ter um teto; tenha menos coisa em casa pra manter. Carro tá consumindo muito? Vende e compra um mais em conta, considere ficar sem carro e usar o metrô se tiver na sua rota. Tudo isso é besteira, você não precisa disso. O que você precisa é de deitar a cabeça na almofada sem estresse.

Comece cortando o fútil, o extra, o que é apenas imagem. Mantenha apenas o essencial. Entenda que tudo isso é um sacrifício temporário, em breve você estará se divertindo mais do que imagina porque estará livre de dívidas e com as costas leves.

 Aprenda a usar o cartão de crédito a seu favor

Como eu havia dito, tenha apenas 1 cartão de crédito. Coloque um limite nesse cartão que não passe de um salário e meio seu e tente colocar a data da fatura para dia 30 ou 31 de cada mês. Depois da fatura ser emitida, ela tem um período de crédito de 30 dias, o que quer dizer que você usa por exemplo o mês de Janeiro, a fatura sai dia 31 de Janeiro e apenas terá que pagar no início de Março.

Não pode esquecer que durante o mês de Fevereiro você pode ter que usar o cartão, embora não tenha pago ainda Janeiro, então, o crédito que você consumiu em Janeiro ainda está pendente. Muito cuidado para em Fevereiro não estourar o limite do cartão. Quando você passa o limite o banco cobra taxas de juro extra no seu cartão, você será penalizado e aumentará sua dívida a troco de nada – isso é dar dinheiro de graça pro banco.

Além disso, cartões de crédito têm juros. Se você não paga a fatura do cartão na totalidade, o banco irá cobrar juros sob o valor que não foi pago e acrescentar na sua fatura seguinte, ou seja, sua dívida cresce. Gaste no cartão apenas o que consegue pagar na totalidade. Provavelmente isso não será possível logo de cara mas comece gastando o mínimo e pagando o máximo possível da sua fatura, eventualmente chegará numa posição de equilíbrio.

Um outro conselho é que não pague mais do que o valor da sua fatura. Sobrou dinheiro? Joga na poupança, deixa a fatura do cartão para pagar quando chegar a hora, no valor certo da totalidade da fatura. Pagar adiantado não traz vantagem nenhuma para você.

Tente escolher um cartão com juros o mais baixo possível e que tenha algum benefício extra, como pontos de supermercado, desconto em gasolina ou transportes públicos, seja o que for que você pode aproveitar depois. Se tiver um cartão que tem juros muito muito baixos mas não oferece nada, pegue esse mesmo, pelo menos até estar livre de dívidas.

Existem muitas opções de cartão crédito, leia as letrinhas pequenas dos contratos, faça muitas perguntas, investigue, pesquise na Internet, pergunte para um amigo, se informe bastante e escolha o melhor para sua condição financeira e para os seus tipos de gastos.

Escolha uma estratégia financeira

A minha funciona mais ou menos assim: recebo meu salário, pago as minhas despesas essenciais, a fatura inteira do cartão de crédito, coloco o máximo que der na poupança e fico com o mínimo na minha corrente. Funciona comigo pois aproveito os pontos do cartão sem nunca pagar multas, fico com o mínimo possível na mão porque sei que o que tá na mão voa fácil e coloco tudo o resto na poupança porque “dói” mais para tirar depois.

Tem gente que prefere não usar cartão – se você não sabe usar direito, melhor não ter mesmo; uns preferem ir pagando as dívidas aos poucos, outros preferem juntar dinheiro e quitar de vez (desde que a dívida não aumente pode ser bom, pode negociar o valor se pagar de vez); enfim, existem várias estratégias possíveis.

Pense, pesquise, decida o que melhor se adapta a você siga sempre a mesma estratégia porque vira hábito. Tal como malhar, você se acostuma e fica cada vez mais fácil e menos doloroso. O objetivo é sempre pagar todas as responsabilidades e dívidas em vez de acumular, e aumentar o número da sua poupança.

Se possível, aumente seu rendimento

Agora que você já reduziu suas despesas, sabe para onde seu dinheiro está indo, tem uma estratégia para pagar sua dívida e aumentar sua poupança, a única coisa que resta fazer é aumentar seu rendimento.

Gosta de cozinhar? Pode vender marmita, doces, salgadinhos; pessoas mais criativas podem ajudar em decoração de eventos ou casas, quartos de bebê; pode fazer um serviço extra pintando parede, dirigir Uber , costurar em casa, fazer artesanato para vender, investir em galinhas e vender ovos, plantar uma horta e vender verdura, trabalhar num bar recolhendo copo ou até quem sabe simplesmente se colocar no mercado e tentar achar um emprego com mais benefícios (em paralelo com seu trabalho, não vá se demitir de um emprego por coisas incertas).

Eu tinha meu emprego durante a semana e me inscrevi como promotora de eventos em várias agências e também numa empresa de cerimonial. Enquanto meus amigos estavam na farra, eu fiquei muitas noites trabalhando, entregando folheto ou fazendo promoção e muitos finais de semana em casamentos, trabalhando feiras, eventos, etc. Perdi farra mas sabe o que eu ganhei? Dinheiro. Complementei minha renda como pude e aos poucos fui me estabilizando. Requer esforço e sacrifício, cansa, e às vezes dá vontade de largar tudo mas vale a pena, tem muito mais anos aproveitando depois do que distribuindo folhetos.

 

 

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Crianças Prodígio – você queria uma?

Hoje vi uma reportagem sobre uma menina indiana que com 3 anos é cantora e está gravando um CD. Nem decorei o nome da menina mas tirei de lá a ideia para esse post.

Por definição “A criança-prodígio pode também ser designada como génio, autista ou até sábia. Caracteriza-se por desde cedo desenvolver um talento excepcionalmente notável por uma ou mais áreas científicas ou aquisições intelectuais ou artísticas. Ao contrário de outras crianças, estas são habitualmente ensinadas por um adulto, mas também há casos de crianças autodidactas que só se sentem estimuladas e realizadas se estiverem em permanente processo de aprendizagem. São por vezes crianças algo solitárias por não encontrarem grande prazer nas relações sociais e jogos infantis com os seus pares. Por exemplo, Mozart foi uma criança-prodígio, um génio musical. No entanto, ficou por definir se não seria antes um autista sábio. O termo pode ser sinónimo de autista sábio, mas a criança-prodígio pode não revelar uma ausência de sentimentos, como acontece no autismo.”

Para os espíritas “Há uma causa especial para o nascimento desses gênios. Naturalmente, através da ciência materialista é impossível imaginá-la, mas precisamos conhecê-la. Nós explicamos o fato pela ciência espiritual. No caso de um músico, por exemplo, as causas podem ser duas. Uma é a reencarnação do espírito de um grande músico; a outra, fenômeno de encosto.”

Eu sou totalmente contra forçar a criança a seja o que for.

Discordo de pais que forçam as crianças a ir em audições ou que imponham aulas extenuantes de seja o que for. Para mim se tratam de pais frustados que não conseguiram satisfazer seu sonho e querem que seus filhos vivam por eles, entram em exageros e terminam fazendo crianças se comportarem como adultos. E como é feio… Temos vários exemplos disso, como as mini-misses que passam horas fazendo tratamentos de beleza que nem uma mulher adulta faz. Nenhuma criança deve ser obcecada por beleza com 4 ou 5 anos.

Reconheço que tem crianças que bastante cedo demonstram grande interesse numa área específica e devem sim ser estimuladas. A regra de ouro é moderação. A criança deve ter tempo para brincar, deve ter a oportunidade de fazer as besteiras normais que uma criança faz e investir na sua vocação moderadamente, sempre se sentindo apoiada em vez de forçada.

A wikipédia tem uma lista inteira de crianças-prodígios. De uma olhada aqui e se espante com algumas coisas.

E aqui a lista das 10 crianças prodígio mais extraordinárias do mundo – muito interessante.

A minha pergunta é: você queria um filho-prodígio? Queria que seu filho tivesse um grande talento, mesmo que isso implicasse que teria que sacrificar um pouco ou toda a infância dele ou optaria (se tivesse escolha) por uma criança “normal”? O que você acha das crianças-prodígio?


Menino de 2 anos fuma 40 cigarros por dia

Ardi Rizal, um menino de 2 anos, faz birra e fica de muito mau humor se não fuma pelo menos 40 cigarros por dia.

Ele ficou viciado depois que seu pai –  Mohammed Rizal – deu um cigarro para o menino quando tinha 18 meses. A partir daí o péssimo estilo de vida reina: o menino é obeso, e se não fuma a sua dose diária fica de mau-humor, grita, bate a cabeça na parede e diz que se sente tonto e doente.

Ardi não consegue acompanhar seus coleguinhas da mesma idade nas brincadeiras e passa o dia andando num carrinho de brinquedo fumando e soltando bolinha de fumo.

Oficiais da cidade de Musi Banyuasin (Indonesia) afirmam que darão um carro novo para a família se fizerem a criança parar de fumar. Para o pai, Adir parece muito saudável e ele não vê motivo para se preocupar.

Imagens:

E aí, o que é que vocês acham desse pai?

Fonte : The Sun

Liberdade de expressão vs. falta de educação

Hoje em dia a Internet e o direito a liberdade de expressão que vigora na maioria dos países permitem que qualquer pessoa possa expressar sua opinião, divulgar informação, se auto-publicitar e muitos conseguem até gerar novas modas. Possibilita também que essa opinião seja lida por milhares de pessoas em diferentes partes do mundo.

Tem quem dê sua opinião num blog próprio, quem comente nos blogs de outras pessoas ou na imensidão de websites disponíveis. A quantidade de informação disponível é tanta que não temos cérebro para processar tudo o que vemos por aí diariamente. Igualmente vasta são as opiniões que se geram com toda essa informação.

A regra de ouro: saber distinguir entre liberdade de expressão e má-educação.

Você é livre de dizer o que quiser desde que com respeito. A sua liberdade termina onde começa a liberdade do próximo.

Diferentes pontos de vista e experiências individuais, gostos e desgostos, moldam o jeito como cada um encara a vida. Tudo conta e tudo influencia, desde o que acontece na sua vida até ao que aconteceu na dos seus antepassados. Se você descende de Italianos com certeza tem pontos de vista diferente sobre dinheiro, trabalho e religião do que se seus antepassados forem, por exemplo, Chineses. 

Discutir idéias faz com que o cérebro fique mais aguçado e desenvolvido, aumenta a capacidade de argumentação, raciocínio e abre novos horizontes. A sua cultura e inteligência estão directamente relacionados com a sua capacidade de compreensão do mundo e dos processos que nele ocorrem. Lembre-se que o mundo não é só o seu quarto, nem só a sua família ou o seu bairro.

O que não é permitido – e na minha opinião é uma prova de ignorância – é você se expressar insultando ou diminuindo a opinião dos outros e muito menos fazendo ataques pessoais.

Todos temos gostos diferentes e ninguém é obrigado a gostar do que você gosta só porque você acha um máximo.

Se você tem uma opinião e não a consegue justificar com argumentos válidos, é melhor ficar quieto.

Pior ainda, se tem uma opinião e até tem argumentos válidos mas não sabe passar seu ponto sem um insulto e um baixo nível, vai ficar imortalizado como mal-educado e ignorante.

Está com vontade de insultar alguém?  Vá para a frente do espelho.