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O preço mental de ser um empreendedor

Ultimamente ando pensando muito em abrir meu próprio negócio. Sempre tive uma mente empreendedora e idéias nunca me faltaram. Penso que a minha hora está chegando mas falta alguma coisa, ainda não estou 100% preparada. No entanto não me canso de ler, pesquisar e escutar histórias de empreendedores – tanto sobre os que fizeram sucesso como dos que “falharam”.

Não acredito que nenhum tipo de tentativa seja uma falha. O negócio pode não ir para a frente mas a tentativa foi válida – ganho de experiência e aprendizado. No mundo dos negócios, seja de que tipo forem, sempre alguma coisa vai dar errado e haverão momentos de stress, dúvida, dívida, é assim que a coisa anda. Como diria Michael Jordan “sucesso é conseguir ultrapassar todas as vezes que falhamos”.

Li hoje um artigo interessante na Inc.com sobre empreendedores que estiveram em depressão pelos seus negócios e que até hoje, mesmo tendo sucesso, são marcados por esses momentos.

A 12 de Novembro de 2011, o programador e empreendedor de 22 anos Ilya Zhitomirskiy, co-criador do Diaspora, se suicidou. Mais recentemente, em Janeiro deste ano, o fundador do site Ecomom, Jody Sherman, também acabou com a sua vida. Isso levantou sérias discussões sobre o stress e a dificuldade psicológica envolvidas na criação de uma empresa própria. 

O investimento pessoal e até financeiro, muitas vezes causando o endividamento dos fundadores e familiares; o futuro incerto; as longas horas dedicadas, causando na maioria das vezes um afastamento dos amigos e família e até prejudicando a saúde; a insegurança e o medo de falhar; tudo isso não é fácil de aguentar. E algumas vezes se torna impossível de aguentar.

Empresários são pessoas vistas como fortes e seguras. Têm que “vender seu peixe”, acreditar nos seus projetos, passar uma imagem de confiança, força e estabilidade, mesmo quando por trás, investiram tudo o que tinham, em termos pessoais e financeiros e estão com medo de ter sido tudo em vão.

Toby Thomas, Director Executivo da  EnSite Solutions faz uma analogia interessante. Para ele, ser empreendedor é como “ver um homem sentando num leão. Todos olham para o homem e dizem – Como ele é corajoso e forte, está em cima de um leão! E o homem que está sentado pensa – Como é que eu vim parar aqui em cima e como é que eu faço agora para evitar que o leão me devore?“.

Todos os inovadores enfrentam dificuldades, todos, sem excepção.

Richard Branson desistiu da escola aos 15 anos para fundar uma revista com dinheiro emprestado do pai. Ele “falhou” várias vezes, perdeu muito dinheiro, fez muitas loucuras e hoje tem uma nave espacial que vende passeios turísticos para a lua, além da sua companhia aérea, rádio, lojas, etc. Ele também ajuda jovens com idéias interessantes, investindo e dando conselhos, para que cresçam e desenvolvam seus projetos com a Virgin Unite.

Ashish J. Thakkar é do Uganda. A sua família estava no Ruanda na época do genocídio e tiveram que fugir, deixando todos os seus pertences para trás. Viveram num campo de refugiados, passaram muitas dificuldades e ele transformou essas dificuldades em força e recuperou tudo o que tinham e muito mais. Hoje é dono do Mara Group, tem várias empresas e tem também a Mara Foundation, também criada para ajudar jovens investidores, neste caso focada em África.

Bradley Smith é Director Executivo do Rescue One Financial, uma empresa que dá conselhos financeiros para pessoas que têm problemas de endividamento, e as ajuda a saírem de situações difíceis. Em 2008, Smith estava ele mesmo completamente endividado, carro e casa penhorados, jóias e bens vendidos, com uma dívida até com seu pai. Ele e a esposa passaram várias noites sem comer, com insônias e em estado de depressão. E para piorar a situação a sua esposa descobriu que estava grávida do primeiro filho nessa mesma época. Foram meses de muita tensão e stress, até que após quase 1 ano a empresa de Smith começou a dar algum dinheiro. Hoje fatura cerca de 32 milhões de dólares por ano.

Tendo em consideração que três em cada quatro empresas não vão para a frente e são fechadas em menos de dois anos, a probabilidade de não dar certo é assustadora. E nem todas as empresas, de entre as que sucedem, serão a próxima Virgin, ou Mara ou Facebook ou outro desses estrondosos exemplos que tanto gostamos de ver. São a academia de bairro, o restaurante da esquina, a livraria do shopping.

O caminho do empreendedorismo não é fácil porque tudo depende de você. Não é um barco seguro e estável até que você seja um marinheiro de mão cheia. A idéia vem da sua cabeça, o investimento do seu bolso e o trabalho do seu esforço. Mas se você tem um sonho, se acredita nele e tem a energia necessária, corra atrás. Terá momentos difíceis, pode até “falhar” algumas vezes, mas vai dar certo! E não esqueça de pedir ajuda para família, amigos ou até um profissional especializado se sentir que está muito difícil de aguentar a carga, isso não faz de você fraco nem menos competente, apenas humano.

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Quer engravidar? Precisa em média de 104 transas

Um estudo revelou hoje que em média um casal precisa ter relações 104 vezes para que a mulher engravide.

De acordo com pesquisadores tipicamente leva cerca de 6 meses para que um casal conceba seu primeiro filho, em que a mulher tem sexo 4 vezes por semana.

O estudo também mostra que 1 em cada 10 mulheres fica tão ansiosa para engravidar que se torna comum ligarem para os maridos enquanto estes estão no trabalho pedindo que eles vão para casa para transarem enquanto ela está ovulando.

Apesar de tudo, 70% dos casais que participaram na pesquisa dizem querer que seus filhos nasçam de uma sessão espontânea de amor em vez de uma relação “forçada”.

3000 mães participaram nessa pesquisa e de acordo com o Dr. Mike Smith (da organização First Response, que conduziu o estudo): “104 vezes para engravidar pode parecer muito mas a prática faz a perfeição”.

Ele também relembrou que apesar disso muitas mulheres engravidam logo na primeira vez, por isso se o se desejo não é o de ser mãe, não se esqueça de usar as devidas precauções.


Brigue um pouco! Faz bem pra sua saúde…

Um novo estudo sugere que brigar de vez em quando – por bons motivos – é benéfico para sua saúde. Realizado pelo Institute for Social Research na Universidade do Michigan, a pesquisa involveu 1,842 adultos entre os 33 e os  84 anos.

Os resultados demonstraram que quando as pessoas ficam tensas com alguém, seja seu chefe, marido ou filhos, evitar a confrontação pode ter efeitos indesejados na sua saúde.

Quem evita a briga termina demonstrando mais sintomas de problemas físicos no dia seguinte do que quem entra numa discussão. Altos e baixos anormais de cortisol (hormona do stress) são uma das consequências.

Pesquisas anteriores já tinham demonstrado que os casais que evitam confrontação têm probabilidade de morrer mais cedo do que os que enfrentam a situação. Em ainda outro estudo ficou comprovado que expressar a sua raiva contribui para um sentido de controle e otimismo que não se manifesta em pessoas que respondem passivamente ou com medo.

Fonte: LiveScience

Agora que você sabe isso, vá lá trocar uma idéia com o seu chefe 😉


Arca de Noé?

“Exploradores evangélicos identificaram estrutura de madeira com 4800 anos, no monte Ararat

É uma velha estrutura de madeira, com compartimentos interiores dotados de barras, como se fossem jaulas. A sua localização, no monte Ararat, na Turquia (o pico mais alto em toda a região), e a sua idade – 4800 anos, verificados pelo método do carbono 14, um dos mais rigorosos que se conhece -, batem certas com uma extraordinária conclusão: aqueles poderão ser os tão procurados (e até agora nunca encontrados) restos da famosa Arca de Noé. É pelo menos essa a convicção do grupo de exploradores chineses evangélicos que fez o achado.

“Não temos cem por cento de certeza de que se trata da arca [de Noé], mas temos 99,9 por cento”, declarou Yeun Wing Cheung, realizador de documentário em Hong Kong e um dos 15 elementos chineses e turcos do grupo Noah’s Ark Ministries International, que empreendeu a missão.

O achado foi feito a quatro mil metros de altitude no monte Ararat, na Turquia, que é o ponto mais elevado em toda em região e que, por isso mesmo tem sido apontado por investigadores bíblicos como o local mais provável onde a arca terá tocado a terra firme, após a descida das águas diluvianas.

Os participantes na expedição excluíram a hipótese de a estrutura de madeira ser um indício de uma antiga ocupação humana, já que nunca até hoje se encontraram sinais de povoamento acima dos 3500 metros de altitude naquela zona.

A construção tem um formato em arco e no seu interior os exploradores identificaram vários compartimentos, alguns com barras de madeira, que poderiam ter abrigado animais, segundo explicou Yeun Wing Cheung. A sua datação por carbono 14 estabeleceu que tem 4800 anos, o que é compatível com a época estimada pelos especialistas para a salvadora navegação da arca.

A equipa vai fazer escavações no local, para investigar e fundamentar a sua hipótese, e as autoridades turcas locais já decidiram que vão solicitar à UNESCO a classificação do sítio como património mundial, para garantir a sua preservação durante as escavações, adiantou o realizador chinês e participante na missão.”

Via DN


Bionanotecnologia – Cyber Sapiens?

Ontem vi essa matéria – a versão ainda não corrigida – e fiquei meio chocada. Não porque afirmava que o Homem vai virar Deus mas porque em um segundo me passou pela cabeça que talvez seja demais.

Talvez ainda esteja viva para assistir a essas tecnologias entrando nas nossas vidas, talvez ainda tenha que implantar um chip na cabeça para conseguir acompanhar o mundo. Embora seja a favor dos avanços científicos e de tecnologia, etc, me pergunto onde vai parar?

Cyber Sapiens, essa vai ser a designação da nossa espécie.

“No artigo publicado na edição de 8 de Março algumas afirmações do investigador Filipe Luig surgiram fora de contexto. Veja aqui a versão corrigida pelo especialista da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

O texto corrigido surge assinalado a bold.

A afirmação está descontextualizada. A título de comparação, para demonstrar o impacto futuro da nanotecnologia, lembrei a assistência dos títulos dos jornais nos anos 80 e 90 quando a engenharia genética e posteriormente com a clonagem, era frequente ler afirmações do género “Man is playing God”. Sendo a nanotecnologia a manipulação atómica e sabendo que tudo é feito de átomos e com base no actual progresso exponencial podemos imaginar um cenário futuro em que certamente a haver jornais, os títulos seriam mais do género “Man is God”. Afirmar isto não é afirmar que a nanotecnologia nos vai transformar em deuses. É apenas uma analogia entre o impacto causado pela manipulação genética com o possível impacto causado por uma manipulação atómica que será claramente mais abrangente e determinante que a anterior.

Quem o assume ao DN é Filipe Luig, investigador da área da bionanotecnologia na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL), e que trabalha actualmente no fabrico de nano-sensores constituídos por silício e ADN.

O encontro decorreu à margem das X Jornadas de Análises Clínicas e Saúde Pública, que decorreram na sexta-feira e sábado na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra, onde o cientista foi falar sobre a sua investigação na área.

A nanotecnologia é a exploração quântica da matéria que pretende a construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos. No futuro, quando esta tecnologia estiver dominada pelo homem, tudo poderá ser feito, pois tudo é feito de átomos. “Poderá criar-se vida a partir de moléculas de água e ar”, complementa Filipe Luig.

Não faço a mínima ideia se se pode ou não vir a sintetizar vida a partir de moléculas de água e ar. As moléculas de água e de ar têm a ver com o vídeo/documentário de animação computarizada em que inicialmente se introduz ar e água e no final da ?nanofactory? sai um computador. É um clip demonstrativo e de futurologia disponível na net no Google sob a designação nanofactory.

Foi o Prémio Nobel da Física de 1965, Richard D. Feynman, que pela primeira vez introduziu este conceito. A 29 de Dezembro de 1959, numa palestra dada no encontro anual da Sociedade Americana de Física, defendeu a hipótese de não existirem quaisquer obstáculos teóricos à construção de pequenos dispositivos compostos por elementos muito pequenos, os átomos. O investigador da FCT-UNL acredita que no futuro tudo será feito com a mesma base que os seres humanos: “Os nano-computadores serão construídos com ADN, como os humanos.”

Para ajudar à evolução, estão as condicionantes que se atravessam na investigação informática. “Estamos a chegar ao limite da miniaturização dos chips de silício, usados nos computadores. Prevê-se que, daqui a 10 anos, iremos precisar de uma alternativa ao silício. Essa alternativa será o ADN”, explica o investigador.

Estes nano-computadores irão fazer tudo o que os actuais fazem, com a respectiva evolução. Enquanto que, actualmente, a informação é transportada por electrões e transístores para a processar, será o ADN a encarregar-se desses processos. O avanço será tal que irá obrigar o Homem a tornar-se biónico. “Os processadores dos computadores irão ser tão rápidos e com tal capacidade que teremos de implantar chips biónicos no cérebro para que este consiga acompanhar a velocidade de processamento da máquina”, diz Filipe Luig, fundamentado numa profecia feita em 1995, pelo presidente da Intel, Gordon E. Moore.

Não sei quem é o presidente da Intel. G Moore, foi co-fundador da Intel e nos anos sessenta, como disse na palestra, fez uma curva, hoje chamada de Lei de Moore. Essa curva foi projectada a pedido da     IBM para saber se do ponto de vista económico valia a pena investir em chips de silício. G Moore fez a curva para os seguintes dez-vinte anos, penso. Mas já mais recentemente outros investigadores de inteligência artificial como o Ray Kurzweil, extrapolaram sobre essa mesma curva e afirmam ser possível a inteligência artificial vir a atingir a capacidade de processamento do cérebro humano nos próximos 20 anos já que a Lei de Moore hoje se mantém verdadeira e aplicável.

Em 1995, relativamente à tal profecia ou profecias, foram pedidas umas previsões para o surgimento dos primeiros grandes paradigmas da nanotech como aplicações comerciais, como o eventual nano-assembler, como os nanocomputadores etc… mas nenhum deles era G Moore. Eles eram Brenner (especialista em nanotubos de carbono), Smalley (Nobel por ter co-descoberto o Carbono 60 / Buckyballs), E. Drexler etc..

Junto a tabela que apresentei relativamente à qual comentei que eventualmente fazendo uma recta dos mínimos quadrados para as previsões de todos estes autores será expectável obter uma aproximação mais real.

                              Birge      Brenner    Drexler     Hall         Smalley
nano-assembler:   2005      2025         2015         2010      2000

nano-computador: 2040     2040          2017         2010     2100

reparação celular: 2030     2035          2018         2050     2010

produto comercial: 2002    2000          2015         2005     2000

leis-nanotech:        1998    2036          2015         1995     2000

“A Lei de Moore diz-nos que a capacidade de processamento dos chips duplica a cada 18 meses e estes diminuem de tamanho na ordem inversa.”

Aliás, “prevendo a evolução da humanidade ao ritmo que actualmente temos, nos 90 anos que faltam para o fim do século iremos evoluir 20 mil anos”, acrescenta.

Não diria evoluir mas sim progredir tecnologicamente. O homem irá compactar num século milhares de anos de progresso tecnológico tendo como fundamento o progresso exponencial ao rácio actual. Evoluir é uma coisa. Progredir tecnologicamente é outra. 

5 PERGUNTAS A FILIPE LUIG

A bionanotecnologia será a base de tudo no futuro?

No futuro tudo será feito pela biotecnologia. Iremos colocar partículas de água e ar numa máquina e, com a desconstrução e construção de átomos, sairá de lá um computador todo feito em ADN. Os chips integrados, ou de silício, bem adoptados pela IBM, estão a perder a sua capacidade. Iremos chegar a uma altura em que iremos necessitar de mais processamento e armazenamento em menos espaço. O silício vai se esgotar e iremos precisar de outro material. Entra em cena o ADN, que a nanotecnologia está a desenvolver.

ver vídeo

O computador que de lá sai não é de DNA. O vídeo é uma demonstração das possibilidades da nano e do seu impacto.

A computação de DNA é uma possibilidade futura bem como a computação quântica. Isto porque a miniaturização física do silício está de facto a atingir o limiar. As alternativas podem ser o DNA porque à imagem da natureza, o DNA serve para processar e armazenar a informação. Desde o inicio dos anos 90 que se exploram as capacidades de computação da molécula de DNA nesse sentido ver dna computing no Google. O DNA é um excelente nanomaterial. A sua versatilidade e flexibilidade demonstram-no.
   
Quais irão ser as vantagens do ADN em relação à tecnologia actual?

O ADN tem uma excelente estabilidade química que, aliada à rigidez mecânica e capacidade condutora, faz dele um excelente material para se usar.

Que outros materiais estão a ser desenvolvidos pela nanotecnologia?

Os nanotubos de carbono, que são formados por átomos de carbono. Possuem alta resistência a tensão mecânica, como um diamante, e são bons condutores ou semi-condutores, especialmente de calor.

Que uso poderá ter este material?

Já se fala que daqui a uns anos vai sair um telemóvel flexível feito deste material. Será ainda, por exemplo, possível comunicar com doentes em coma, por via destes tubos e enviar informação pelo próprio ADN.

Existem interfaces neuro-electrónicos em que via nanotubos de carbono se estimularam células nervosas em culturas de neurónios de rato. A ideia passa por possibilitar um despoletar do potencial de acção responsável pela ocorrência de sinapses. Não há aqui DNA envolvido. É um estímulo electrónico que se pensa poder ser usado em doenças como Parkinson e Alzheimer. Apresentei uma publicação que sustenta a ideia de que o casamento biofísico é cada vez mais uma realidade. Fonte: Interfacing Neurons with Carbon Nanotubes: Electrical Signal Transfer and Synaptic Stimulation in Cultured Brain Circuits, Andrea Mazzatenta,1

Apenas para exaltar a máxima de que a intimidade entre um mundo vivo e um artificialmente concebido por nós  está cada vez mais estreitada tendo isto só por si, logicamente outra vez uma série de implicações que não cheguei a discutir, como realçei na palestar, não faziam parte do âmbito discutido.

Se a velocidade de processamento vai aumentar e a tecnologia vai colocar elementos no nosso corpo, quais serão as consequências?

No futuro iremos ser mais biónicos, com circuitos electrónicos instalados no nosso cérebros que irão funcionar em conjunto com o nosso ADN. A evolução das máquinas irá obrigar a que o homem se torne ele, também, em algo que pode ser modificado. Acredito que poderemos assistir, dentro de 100 anos, ao nascimento da próxima evolução do homem: o cyber sapiens.

Não é minha a teoria como é óbvio mas se nos mantivermos neste rácio de progresso tecnológico será cada vez menos ficção científica um dia de facto nos tornarmos 100% biónicos. Muitos são os autores que consideram a possibilidade do homem cibernético e chamam a isto a teoria do ciber sapiens. (ver Kurzweil AI).”

 Via DN ciência